LANDING PAGE:
segunda-feira, 14 de maio de 2012
SAÍMOS À RUA (parte 1)
3 DE MAIO DE 2012 - QUINTA-FEIRA
Embora com algum atraso aqui fica o resumo da nossa 1.ª pesquisa na rua.
Para a SAUDADE team, a Quinta-feira de 3 de Maio de 2012 foi um dia de trabalho árduo.
Para a SAUDADE team, a Quinta-feira de 3 de Maio de 2012 foi um dia de trabalho árduo.
Cheia de energia, a equipa foi até à baixa pombalina para a sua primeira abordagem em campo.
Começámos na Av. da Liberdade e entrámos em (quase) todas as lojas que vendem recordações para turistas e não só, e terminámos na zona da Graça, e depois fizemos todo o caminho ao contrário :)
Algumas conclusões?
A proliferação de lojinhas de lembranças pela baixa lisboeta é imensa num conceito onde vários casos impera a baixa qualidade da oferta e um serviço de atendimento pouco personalizado.
À parte destas lojas, é também possível encontrar alguns resistentes que comercializam os produtos tradicionais oriundos dos mais diversos pontos do país. As boas notícias para a SAUDADE team foram, sem dúvida, as tímidas tentativas de aliar o design inovador aos produtos tradicionais que vão aparecendo aqui e ali mas sem consistência.
À parte destas lojas, é também possível encontrar alguns resistentes que comercializam os produtos tradicionais oriundos dos mais diversos pontos do país. As boas notícias para a SAUDADE team foram, sem dúvida, as tímidas tentativas de aliar o design inovador aos produtos tradicionais que vão aparecendo aqui e ali mas sem consistência.
No fim, é clara a desadequação entre a oferta e a procura no mercado das lembranças: por um lado, os artigos de baixo custo são também de fraca qualidade e perderam já qualquer ligação que tinham ao país de origem; por outro, alguns dos artigos tradicionais que encontrámos, são de grande qualidade mas o preço é demasiado elevado.
Posto este cenário face à concorrência, a SAUDADE team decidiu testar as suas ideias face ao consumidor. Fomos então entrevistar alguns turistas que passeavam pelas ruas. Ouvindo algumas recusas em participar, lá conseguimos opiniões preciosas que nos ajudaram bastante nesta análise.
Percebemos que vários turistas estão dispostos a pagar 20 ou 30 euros por uma peça de qualidade de forma a poderem levar para a sua casa uma recordação do nosso país que ao mesmo tempo será também sempre uma recordação de toda a viagem que fizeram.
ESTA É...
A NOSSA LANDING PAGE
ESTAMOS A ESTUDAR O MERCADO PARA
A CRIAÇÃO DE UMA MARCA PORTUGUESA DE PEÇAS ÚNICAS, BASEADA NA NOSSA CULTURA E TRADIÇÕES , MAS COM UM INTERESSANTE TWIST.
ESTAS PEÇAS VÃO SER DESENHADAS
E NOUTROS CASOS REDESENHADAS POR FANTÁSTICOS ARTISTAS E DESIGNERS NACIONAIS claro!!
We're
exploring the market for unique pieces based on Portuguese culture and
traditions, but with an interesting twist: they’re Redesigned by Great artists
and designers!
domingo, 13 de maio de 2012
É POR TUDO ISTO....
E MUITO MAIS QUE ESCOLHEMOS LISBOA PARA A NOSSA "CASA MÃE".
DEPOIS É "ESPALHAR" POR TODO O PAÍS, DE NORTE A SUL!!
E CLARO, LÁ PARA FORA!!
quarta-feira, 9 de maio de 2012
ROSA RAMALHO - UMA ARTESÃ PORTUGUESA
Rosa Ramalho (1888-1977) é o nome artístico de Rosa Barbosa Lopes, barrista e figura emblemática da olaria tradicional portuguesa.
Rosa Ramalho nasceu a 14 de Agosto de 1888 na freguesia de Santa Maria de Galegos (concelho de Barcelos). Filha de um sapateiro e de uma tecedeira, casou-se aos 18 anos com um moleiro e teve sete filhos.
Aprendeu a trabalhar o barro desde muito nova, mas interrompeu a actividade durante cerca de 50 anos para cuidar da família. Só após a morte do marido, e já com 68 anos de idade, retomou o trabalho com o barro e começou a criar as figuras que a tornaram famosa.
Enquadrada na tentativa de
propaganda do Estado Novo, premiada no pós-25 de Abril, foi admirada por
artistas, políticos, actores e personalidades dos mais diversos quadrantes.
As suas peças simultaneamente dramáticas e fantasistas, denotadoras de uma imaginação prodigiosa, distinguiam-na de outros barristas e oleiros e proporcionaram-lhe uma fama que ultrapassou fronteiras.
As suas peças simultaneamente dramáticas e fantasistas, denotadoras de uma imaginação prodigiosa, distinguiam-na de outros barristas e oleiros e proporcionaram-lhe uma fama que ultrapassou fronteiras.
Foi a António Quadros que se deveu a descoberta de Rosa Ramalho pela crítica artística e a sua divulgação nos meios ditos "cultos".
A sua fama ultrapassa as
feiras de Barcelos e chega ao Porto. Primeiro com a divulgação efectuada por
António Quadros e em seguida, numa exposição colectiva organizada na Galeria
Alvarez, do Porto, em 1956.
Desde então, grupos de estudantes dirigiam-se, às quintas-feiras, a Barcelos para visitarem a ceramista que não sabia sequer assinar o seu nome nas peças.
Desde então, grupos de estudantes dirigiam-se, às quintas-feiras, a Barcelos para visitarem a ceramista que não sabia sequer assinar o seu nome nas peças.
Segundo Júlia Ramalho, neta Rosa Ramalho, “a minha avó
dizia que via demónios e contava-me histórias de feiticeiras e eu acreditava em
tudo”.
É assim que se recorda desta personagem que marcou a cena artística portuguesa entre o final da década de 50 até ao seu falecimento, em 1977.
É assim que se recorda desta personagem que marcou a cena artística portuguesa entre o final da década de 50 até ao seu falecimento, em 1977.
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Rosa Ramalho
LIVRO DE GRANDES DIMENSÕES RESUME A OBRA DA ARTISTA JOANA VASCONCELOS
Enquanto prepara uma exposição para Paris, Joana Vasconcelos editou uma monografia sobre a sua obra plástica. Um livro de grandes dimensões.
Joana Vasconcelos, que em poucos anos se tornou uma das artistas plásticas mais célebres do País, é reconhecida pela criatividade das peças, pela escala das obras e pelos materiais invulgares que usa.
A sua arte podemos sentir associações entre arte erudita e arte popular, tradição e contemporaneidade.
Formou-se no AR.CO, em 1996. Trabalha frequentemente com a escultura e a instalação.
A sua mais famosa obra, Nectar pertence à Colecção Berardo e está exposta no Museu Colecção Berardo, instalado no CCB. Muitos dos seus trabalhos estão patentes em colecções privadas europeias.
A câmara coberta de crochet branco: “Tem a ver com o trabalho que tenho desenvolvido sobre o poder e a apropriação do espaço privado”, refere. E acrescenta: “A máquina fotográfica é um instrumento de poder que, no caso da reportagem, traz as guerras e eventos exteriores para a segurança da casa. Ao ser coberta pelo crochet branco – uma alusão ao preto e branco das imagens – passa a ser um objecto decorativo”.
Rotulagem do vinho Esporão da artista. Desenvolvidos a partir de um núcleo restrito de faianças desenhadas por Rafael Bordalo Pinheiro, estes rótulos primam pela sua originalidade: um sardão, uma cobra, um sapo e um touro surgem elegantemente revestidos por uma malha em croché.
O Porto recebeu a instalação com o título de "Varina", da artista plástica Joana Vasconcelos.
Com cerca de 500 metros quadrados e um peso total superior a 400 quilos. A "Varina", uma colcha monumental, confeccionada em crochet, que ficou suspensa na ponte D. Luís.
A "Varina", assim designada em homenagem às mulheres do povo.
O gigante sapato Dorothy, criado com os tradicionais tachos portugueses, foi Inspirado no sapato que Marylin Monroe calçou no filme "Os Homens preferem as Loiras". Por um lado simboliza o glamour feminino, por outro lembra através dos tachos as tarefas domésticas reservadas às mulheres.
O coração de filigrana é um dos ícones portugueses, e Joana Vasconcelos recriou esse ícone numa das suas peças para o restaurante Eleven.
A artista nesta obra empolou dois ícones tradicionais de grande valor nacional, seja a filigrana, que neste caso foi criada com talheres, seja ao coração de Amália Rodrigues.
terça-feira, 8 de maio de 2012
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