segunda-feira, 14 de maio de 2012

ESTA É...

A NOSSA LANDING PAGE


ESTAMOS A ESTUDAR O MERCADO PARA A CRIAÇÃO DE UMA MARCA PORTUGUESA DE PEÇAS ÚNICAS, BASEADA NA NOSSA CULTURA E TRADIÇÕES , MAS COM UM INTERESSANTE TWIST.
ESTAS PEÇAS VÃO SER DESENHADAS E NOUTROS CASOS REDESENHADAS POR FANTÁSTICOS ARTISTAS E DESIGNERS NACIONAIS claro!!
We're exploring the market for unique pieces based on Portuguese culture and traditions, but with an interesting twist: they’re Redesigned by Great artists and designers!

domingo, 13 de maio de 2012

É POR TUDO ISTO....

E MUITO MAIS QUE ESCOLHEMOS LISBOA PARA A NOSSA "CASA MÃE".


DEPOIS É "ESPALHAR" POR TODO O PAÍS, DE NORTE A SUL!!
E CLARO, LÁ PARA FORA!!

quarta-feira, 9 de maio de 2012

ROSA RAMALHO - UMA ARTESÃ PORTUGUESA



Rosa Ramalho (1888-1977) é o nome artístico de Rosa Barbosa Lopes, barrista e figura emblemática da olaria tradicional portuguesa.

Rosa Ramalho nasceu a 14 de Agosto de 1888 na freguesia de Santa Maria de Galegos (concelho de Barcelos). Filha de um sapateiro e de uma tecedeira, casou-se aos 18 anos com um moleiro e teve sete filhos.
 

Aprendeu a trabalhar o barro desde muito nova, mas interrompeu a actividade durante cerca de 50 anos para cuidar da família. Só após a morte do marido, e já com 68 anos de idade, retomou o trabalho com o barro e começou a criar as figuras que a tornaram famosa.
Enquadrada na tentativa de propaganda do Estado Novo, premiada no pós-25 de Abril, foi admirada por artistas, políticos, actores e personalidades dos mais diversos quadrantes.
As suas peças simultaneamente dramáticas e fantasistas, denotadoras de uma imaginação prodigiosa, distinguiam-na de outros barristas e oleiros e proporcionaram-lhe uma fama que ultrapassou fronteiras.


Foi a António Quadros que se deveu a descoberta de Rosa Ramalho pela crítica artística e a sua divulgação nos meios ditos "cultos".
A sua fama ultrapassa as feiras de Barcelos e chega ao Porto. Primeiro com a divulgação efectuada por António Quadros e em seguida, numa exposição colectiva organizada na Galeria Alvarez, do Porto, em 1956.
 

Desde então, grupos de estudantes dirigiam-se, às quintas-feiras, a Barcelos para visitarem a ceramista que não sabia sequer assinar o seu nome nas peças.
Segundo Júlia Ramalho, neta Rosa Ramalho, “a minha avó dizia que via demónios e contava-me histórias de feiticeiras e eu acreditava em tudo”.
É assim que se recorda desta personagem que marcou a cena artística portuguesa entre o final da década de 50 até ao seu falecimento, em 1977.


LIVRO DE GRANDES DIMENSÕES RESUME A OBRA DA ARTISTA JOANA VASCONCELOS


Enquanto prepara uma exposição para Paris, Joana Vasconcelos editou uma monografia sobre a sua obra plástica. Um livro de grandes dimensões.
Joana Vasconcelos, que em poucos anos se tornou uma das artistas plásticas mais célebres do País, é reconhecida pela criatividade das peças, pela escala das obras e pelos materiais invulgares que usa.
A sua arte podemos sentir associações entre arte erudita e arte popular, tradição e contemporaneidade.




Formou-se no AR.CO, em 1996. Trabalha frequentemente com a escultura e a instalação.
A sua mais famosa obra, Nectar pertence à Colecção Berardo e está exposta no Museu Colecção Berardo, instalado no CCB. Muitos dos seus trabalhos estão patentes em colecções privadas europeias.

A câmara coberta de crochet branco: “Tem a ver com o trabalho que tenho desenvolvido sobre o poder e a apropriação do espaço privado”, refere. E acrescenta: “A máquina fotográfica é um instrumento de poder que, no caso da reportagem, traz as guerras e eventos exteriores para a segurança da casa. Ao ser coberta pelo crochet branco – uma alusão ao preto e branco das imagens – passa a ser um objecto decorativo”.

Rotulagem do vinho Esporão da artista. Desenvolvidos a partir de um núcleo restrito de faianças desenhadas por Rafael Bordalo Pinheiro, estes rótulos primam pela sua originalidade: um sardão, uma cobra, um sapo e um touro surgem elegantemente revestidos por uma malha em croché.

O Porto recebeu a instalação com o título de "Varina", da artista plástica Joana Vasconcelos.
Com cerca de 500 metros quadrados e um peso total superior a 400 quilos. A "Varina", uma colcha monumental, confeccionada em crochet, que ficou suspensa na ponte D. Luís.
A "Varina", assim designada em homenagem às mulheres do povo.

O gigante sapato Dorothy, criado com os tradicionais tachos portugueses, foi Inspirado no sapato que Marylin Monroe calçou no filme "Os Homens preferem as Loiras". Por um lado simboliza o glamour feminino, por outro lembra através dos tachos as tarefas domésticas reservadas às mulheres.

O coração de filigrana é um dos ícones portugueses, e Joana Vasconcelos recriou esse ícone numa das suas peças para o restaurante Eleven.
A artista nesta obra empolou dois ícones tradicionais de grande valor nacional, seja a filigrana, que neste caso foi criada com talheres, seja ao coração de Amália Rodrigues.



terça-feira, 1 de maio de 2012

ARTESÃO

Artesão é o profissional, em geral sem formação técnica, que trabalha individualmente na produção de ofício manual (artesanato) e aí obtém a sua renda.
Considerando a forma de produção, o artesão pode ser:
Artesão-artista: é aquele que por sua criatividade, originalidade, graciosidade e perícia produz peças que provocam profundo sentimento de admiração naqueles que as observam. Exemplos: talhadores, gravadores, escultores, pintor ingénuo (arte naif) etc.
Artesão-artesão: é aquele que trabalha em série, muitas vezes com ajuda de ferramentas e mecanismos rudimentares, produzindo dezenas de peças, centrado mais no aspecto utilitário das peças que produz que em despertar no observador o sentimento de beleza. Cerâmica ornamentada produzida manualmente com ou sem torno de pé.
Artesão semi-industrial: é aquele que trabalhando a partir de moldes ou e de outros processos semi-industriais reproduz dezenas de peças iguais. Ex: peças utilitárias de cerâmica produzidas de forma semi-industrial (tigelas, jarros, jóias, potes etc).
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre