quarta-feira, 16 de maio de 2012

terça-feira, 15 de maio de 2012

VOLTÁMOS À RUA...


Desta vez fomos ao encontro da loja A Vida Portuguesa

Fomos visitar na Rua Anchieta 11, Chiado, Lisboa, a loja que tem a intenção de valorizar os produtos portugueses manufaturados que atravessaram gerações e que ainda estão guardados nas nossas memórias e coração.


A criadora da loja "A Vida Portuguesa" Catarina Portas foi distinguida na edição de Dezembro de 2009 da revista britânica Monocle. No artigo, Catarina rejeita a etiqueta de "romântica": "O que estou a fazer está ligado a identidade, e não nostalgia, que é muito diferente", referiu .


A sua cabeça fervilha de ideias. É como a loja. Olhamos vezes sem conta para as andorinhas de Rafael Bordalo Pinheiro, presas na parede à espera que voassem.
Os brinquedos em madeira, a pasta dentífrica Couto, os sabonetes, os cadernos... estão vivos. Os produtos antigos portugueses têm futuro.


No site http://www.avidaportuguesa.com/ afirmam: “Acreditamos que os objectos são capazes de contar extraordinárias e reveladoras histórias. Sobre um povo e os seus gostos peculiares, sobre uma sociedade e o seu contexto, sobre uma história que é afinal uma identidade comum.”
Afirmam e nós também!
“Estes produtos são nossos.
Estes produtos somos nós.”




SAÍMOS À RUA (parte 2)


Porque está fechada a “Artefacto”?

Ainda durante o dia 3 de Maio, na nossa abordagem à concorrência, fomos em busca da ArteFacto.

Quando chegamos à porta do número 10 da Calçada da Graça, foi com grande espanto e até desilusão que percebemos que a Artefacto já lá não estava, embora pelo próprio site nada indicasse isso. A galeria de Arte Popular estava encerrada.   

Chamava-se “Artefacto”. A balança, que contrastava com as peças expostas; os passarinhos do senhor Aníbal, pendurados no teto da loja, bem como a «mulher a passar-se», obra de Maria Eugénia Gomes, nada lá está. 
Entretanto, tentamos entrar em contacto com Rosa Cipriano, a antiga gerente, mas infelizmente não respondeu ao email. A conta do facebook não tem tido movimento...

Rosa Cipriano dizia que a Arte Popular é como algo que tem um valor próprio.
Em entrevista*, disse que se usa a expressão, Arte Popular para designar «o trabalho de pessoas que desenvolveram um trabalho artístico, mas de forma auto-didata, sem qualquer tipo de formação nessa área». Acrescenta ainda que «este é um conceito que se cruza com muitos outros: com design, arte contemporânea, escultura». Afirma que gosta de «explorar as fronteiras dos conceitos», tendo sido isso mesmo que tentou fazer através da «Artefacto».
Quando questionada sobre o cruzamento da arte tradicional com a mais contemporânea, a gerente explica que «a ideia foi precisamente pegar nas coisas mais tradicionais, e transportá-las para o presente, para um universo diferente daquele onde costumam estar contextualizadas».


Precisamos de espaços como a “Artefacto”. Por onde anda, D. Rosa Cipriano?

*Artigo disponível em:

segunda-feira, 14 de maio de 2012

COLOCÁMOS ESTE ANÚNCIO...

NO DIA 1 DE MAIO
 

Até agora recebemos mais de 100 respostas. O que é incrível.
Já analisámos algumas e é bem evidente que Portugal está carregadinho de talento!!
De norte a sul do país, a qualidade de diversos portfólios recebidos é impressionante!!
Sem dúvida que vamos querer trabalhar e fazer parcerias com vários destes designers/artistas.




ESTE FOI SEM DÚVIDA...

UM DOS MOMENTOS MARCANTES DO 4.º BOOTCAMP (12/05/2012)

O anúncio de que estarão disponíveis 50 milhões de euros para investir nas equipas do Energia de Portugal :)
Uma lufada de ar fresco, num dia em que a temperatura esteve sempre elevada!!

Para nós este dia também foi marcado por ter sido a 1.ª vez que fizemos a nossa apresentação em palco, e quase quase a terminar quando a nossa landing page http://feelourroots.kickofflabs.com/ foi escolhida para estar entre as 10 mais bem conseguidas. 


 Obrigado!! BOAS ENERGIAS!!


 

OS NÚMEROS DA NOSSA PRIMEIRA

LANDING PAGE:

SAÍMOS À RUA (parte 1)

3 DE MAIO DE 2012 - QUINTA-FEIRA

Embora com algum atraso aqui fica o resumo da nossa 1.ª pesquisa na rua.
Para a SAUDADE team, a Quinta-feira de 3 de Maio de 2012 foi um dia de trabalho árduo.
Cheia de energia, a equipa foi até à baixa pombalina para a sua primeira abordagem em campo.




Começámos na Av. da Liberdade e entrámos em (quase) todas as lojas que vendem recordações para turistas e não só, e terminámos na zona da Graça, e depois fizemos todo o caminho ao contrário :)

Algumas conclusões?

A proliferação de lojinhas de lembranças pela baixa lisboeta é imensa num conceito onde vários casos impera a baixa qualidade da oferta e um serviço de atendimento pouco personalizado.

À parte destas lojas, é também possível encontrar alguns resistentes que comercializam os produtos tradicionais oriundos dos mais diversos pontos do país. As boas notícias para a SAUDADE team foram, sem dúvida, as tímidas tentativas de aliar o design inovador aos produtos tradicionais que vão aparecendo aqui e ali mas sem consistência.



No fim, é clara a desadequação entre a oferta e a procura no mercado das lembranças: por um lado, os artigos de baixo custo são também de fraca qualidade e perderam já qualquer ligação que tinham ao país de origem; por outro, alguns dos artigos tradicionais que encontrámos, são de grande qualidade mas o preço é demasiado elevado.


Posto este cenário face à concorrência, a SAUDADE team decidiu testar as suas ideias face ao consumidor. Fomos então entrevistar alguns turistas que passeavam pelas ruas. Ouvindo algumas recusas em participar, lá conseguimos opiniões preciosas que nos ajudaram bastante nesta análise. 
Percebemos que vários turistas estão dispostos a pagar 20 ou 30 euros por uma peça de qualidade de forma a poderem levar para a sua casa uma recordação do nosso país que ao mesmo tempo será também sempre uma recordação de toda a viagem que fizeram.